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segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Saiu o resultado: Ex Prefeito e Américo e seu grupo perdem no voto e na Justiça

O clima político em Coelho Neto voltou a esquentar com o resultado da eleição do diretório municipal do Partido dos Trabalhadores (PT). A disputa interna, que movimentou bastidores e grupos políticos, terminou com derrota dupla para o ex-prefeito Américo de Sousa e seus aliados.

Nas urnas, a chapa “Movimento”, liderada por Antônio Milton Mourão, venceu com folga a chapa “Reconstruir”, apoiada por Américo. Insatisfeito com o resultado, o ex-prefeito — que também é advogado — resolveu recorrer à Justiça para tentar anular o pleito, alegando irregularidades no processo.

Mas o tiro saiu pela culatra.

A Justiça foi clara e direta: não houve ilegalidade nem motivo para interferir no processo interno do partido. Em decisão liminar Clique aqui e Veja a decisão, assinada pelo juiz Manoel Felismino Gomes Neto, da 1ª Vara de Coelho Neto, o pedido de Américo foi indeferido, reafirmando que as questões apresentadas são de natureza interna do partido e devem ser resolvidas dentro do próprio PT, conforme garante a Constituição Federal.

Na prática, isso significa que o resultado da eleição está mantido e o grupo vencedor segue legitimamente à frente do diretório municipal. A derrota judicial consolida mais um revés político e jurídico para Américo, que tentou reverter nas cortes o que não conseguiu conquistar nas urnas.

O povo comenta: “Américo, o advogado que não ganha uma!” — expressão que vem se tornando cada vez mais comum nos corredores da política coelhonetense.

O fato é que o tempo mostrou que o eleitorado e a Justiça andam em sintonia quando o assunto é coerência e respeito às regras. E, dessa vez, nem o voto nem o Judiciário estiveram do lado de Américo.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Mais uma derrota na justiça: Américo tenta derrubar secretária e leva "caneta" da realidade

O ex-prefeito Américo de Sousa voltou a aparecer no cenário político, mas, desta vez, com o mesmo resultado dos últimos anos: DERROTA, e de forma liminar — tanto quanto a decisão judicial que ele próprio pediu… e não conseguiu.

Desta vez, o alvo foi a secretária municipal de Educação, Williane Caldas, funcionária pública conhecida por seu grande trabalho na educação do município. O ruim para os planos de Américo é saber que Williane gosta de trabalhar. Movido por um surto de zelo fiscal, o ex-gestor ingressou com uma ação popular pedindo o afastamento imediato da gestora, alegando suposto acúmulo ilegal de cargos e remuneração acima do teto.

A Justiça da 1ª Vara de Coelho Neto indeferiu, nesta segunda-feira (21), o pedido liminar de afastamento da secretária municipal de Educação, Williane Caldas, em uma ação movida por Américo de Sousa, ex-prefeito do município. A decisão, proferida pelo juiz Isaac Diego Vieira de Sousa e Silva, reforça a permanência de Williane no cargo.

Na ação (nº 0802479-07.2025.8.10.0032), Américo alegava que a nomeação de Williane para o cargo em comissão de secretária violaria o princípio constitucional da vedação à acumulação de cargos públicos, já que ela seria titular de dois cargos efetivos de professora no município.

No entanto, ao analisar o caso, o magistrado destacou a ausência de provas concretas que comprovem, de forma inequívoca, a ilegalidade alegada. “Não há documentação comprobatória inconteste do atual status da servidora em relação aos dois cargos de origem”, afirmou o juiz na decisão.

“O simples fato de a servidora receber valor superior ao subsídio do prefeito não configura ilegalidade, pois os subtetos remuneratórios referem-se ao cargo, sem abranger verbas legais e indenizações”, completou.

Com isso, o pedido de tutela de urgência — que buscava o imediato afastamento de Williane e a suspensão de seus pagamentos — foi negado.

Ou seja: Américo entrou com o processo armado com tesoura, mas esqueceu de levar o papel.

Vamos relembrar o currículo recente do autor:
Em 2020: perdeu as eleições de forma esmagadora.
Depois, seu grupo perdeu as eleições no sindicato.
Em seguida, foi derrotado dentro do próprio partido.
Agora: mais uma ação judicial rejeitada antes mesmo da fase final.

É como se estivesse participando de um reality show chamado "Quem Perde Mais?" — e, pasme, sempre leva o prêmio principal.

Moral da história?

Quem insiste em viver do que foi, costuma perder até para quem está construindo o que será.

E Williane, com sua caneta, pastas e disposição, segue escrevendo a nova página da educação em Coelho Neto — enquanto Américo, com sua caneta também, só consegue escrever ações que terminam com ‘indeferido’.